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Brasil e Mundo

Surto de doenças provoca aumento de contrato futuro de suínos na China

Relatórios divulgados recentemente destacam surtos de doenças graves no maior rebanho suíno do mundo e isso fez o contrato futuro de suínos mais ativo da China subir mais de 4% no início desta semana.
A preocupação com a oferta de animais e a possibilidade de aumento de preços muda o comportamento de investidores, o que gerou o aumento de 4,08% no contrato futuro. A tonelada da carne suína passou a ser negociada a 26.900 yuans ou USD 4,166.15.
No mês passado, a Reuters relatou que novas cepas de peste suína africana atingiram a produção em fazendas de reprodução na China. Além disso, o vírus foi identificado e resultou no abate de centenas de animais em Hong Kong. Analistas e participantes da indústria também disseram à Reuters, neste mês, que surtos de outras doenças estão prejudicando a produção neste ano.
De acordo com analistas, o cenário é parecido com 2019, quando o mercado começou a entender a gravidade da peste suína, alimentando uma recuperação no mercado de ações.
A febre suína exterminou cerca de metade do rebanho da China em 2019, um ano depois de chegar ao país, empurrando os preços da carne suína para níveis recordes e alimentando a maior inflação ao consumidor em anos.
Mesmo com os esforços para reconstrução de rebanho, um surto de doenças durante este inverno prejudica a tentativa de reduzir os preços da carne suína.
Analistas ouvidos pela Reuters não acreditam em uma rápida recuperação do rebanho. Além disso, em artigo publicado no portal australiano Beef Central, Andrew Whitelaw, da Thomas Elder Markets, diz que as previsões de reposição do governo chinês não condizem com a realidade e que a China continua importando grandes volumes de carne, o que não faria sentido caso o rebanho estivesse se aproximando do nível normal.
 
 
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Argentina deve retomar exportações na próxima semana

Após suspensão de um mês, a Argentina está perto de fechar um acordo com os frigoríficos para reiniciar parcialmente as exportações de carne bovina.
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Produção global de carnes deve crescer 2,2% em 2021

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) estima uma produção mundial de carnes de 346 milhões de toneladas para 2021.
Brasil e Mundo

Mercado aquecido e redução na oferta de animais sustentam preço da carne bovina

Os preços da carne de boi continuam aquecidos no Brasil e, de acordo com levantamento do Farmnews, de 1º de janeiro a 10 de junho deste ano a média de preço ficou em R$ 306,6 por arroba, resultado 53,2% maior que observado no mesmo período de 2020 (R$200,2).